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domingo, 9 de outubro de 2011

Criação das músicas # 9


                                                Here Comes The Sun
Here comes the sun
Here comes the sun
And I say
It's all right
Little darling
It's been a long cold lonely winter
Little darling
It feels like years since it's been here
Here comes the sun
Here comes the sun
And I say
It's all right
Little darling
The smiles returning to the faces
Little darling
It seems like years since it's been here
Here comes the sun
Here comes the sun
And I say
It's all right
Sun, sun, sun, here it comes...
Sun, sun, sun, here it comes...
Sun, sun, sun, here it comes...
Sun, sun, sun, here it comes...
Sun, sun, sun, here it comes...
Little darling
I feel that ice is slowly melting
Little darling
It seems like years since it's been clear
Here comes the sun
Here comes the sun
And I say
It's all right
Here comes the sun
Here comes the sun
It's all right
It's all right
Here Comes the Sun é uma canção do Beatles composta por George Harrison e que foi lançada no álbum Abbey Road de 1969. A gravação teve início em 7 de julho de 1969 e foi concluída em 19 de agosto de 1969. Dura 3’06".
George Harrison canta, toca violão, guitarra, sintetizador moog, e bate palmas. Paul McCartney faz o coro, toca baixo, e bate palmas. Ringo Starr toca bateria e bate palmas. Por estar se recuperando de um acidente de carro,John Lennon não participou desta música. Houve também a participação de instrumentos de orquestra: quatro violas, quatro violoncelos, um baixo, dois pícolos, duas flautas, duas flautas alto e duas clarinetas.
Segundo George, foi "composta numa manhã ensolarada" na mansão de Eric Clapton. Como em "If I Needed Someone", outra composição dele, um solo de guitarra soa durante toda a música.
Lulu Santos gravou uma versão em português. É uma das canções mais famosas e regravadas dos Beatles, já ganhando até versão orquestrada de flautas.

domingo, 2 de outubro de 2011

Criação das músicas #8

                                                       Ticket to Ride



I think I'm gonna be sad.
I think it's today.
Yeah.
The girl that's drivin' me mad
Is goin' away.
She's got a ticket to ride.
She's got a ticket to ride.
She's got a ticket to ride,
But she don't care.
She said that livin' with me
Was bringin' her down.
Yeah.
She would never be free
When I was around.
She's got a ticket to ride.
She's got a ticket to ride.
She's got a ticket to ride,
But she don't care.
I don't know why she's ridin' so high.
She oughtta think twice.
She oughtta do right by me.
Before she gets to sayin' goodbye,
She oughtta think twice.
She oughtta do right by me.
I think I'm gonna be sad.
I think it's today.
Yeah.
The girl that's drivin' me mad
Is goin' away.
Yeah.
Ah, she's got a ticket to ride.
She's got a ticket to ride.
She's got a ticket to ride,
But she don't care.
I don't know why she's ridin' so high.
She oughtta think twice.
She oughtta do right by me.
Before she gets to sayin' goodbye,
She oughtta think twice.
She oughtta do right by me.
She said that livin' with me
Was bringin' her down.
Yeah.
She would never be free
When I was around.
Ah, she's got a ticket to ride.
She's got a ticket to ride.
She's got a ticket to ride,
But she don't care.
My baby don't care.
My baby don't care.
My baby don't care.
My baby don't care.
My baby don't care.

A canção foi escrita principalmente por John Lennon (creditada a Lennon-McCartney ), com  contribuições de Paul McCartney . Lennon disse que a contribuição de McCartney foi limitada e McCartney disse: "nós nos sentamos e escrevemos juntos ... eu lhe dou 60 por cento da contribuição ... nós nos sentamos juntos e trabalhamos três horas diretas em uma sessão de composições". Esta canção foi também a primeira música da banda em que McCartney foi destaque na guitarra.
A canção apresenta um ritmo diferente e único que se estende na música pelos três minutos, o primeiro single dos Beatles a fazer isso.
Enquanto a letra da canção descreve uma menina que "monta para fora da vida do narrador", a inspiração da frase no título da música não é clara. McCartney disse que foi "a um bilhete da British Railways para a cidade de Ryde , na Ilha de Wight ". Já Lennon disse que descreveu cartões indicando um atestado de saúde realizado para as prostitutas de Hamburgo na década de 1960 seria os Beatles em Hamburgo no início de sua carreira musical, e "ride / riding" era a gíria para sexo.
Críticos de música como Richie Unterberger da Allmusic e Ian MacDonald  descrevem "Ticket to Ride" como um marco importante na evolução do estilo musical dos Beatles.
Eles também fizeram um videoclipe dessa música e foi dirigido por Joe McGrath. Aí está ele aproveitem!


domingo, 18 de setembro de 2011

Criação das músicas # 7


                                              Strawberry Fields Forever
Let me take you down,
'cause I'm going to Strawberry Fields.
Nothing is real,
And nothing to get hung about.
Strawberry Fields forever.
Living is easy with eyes closed,
Misunderstanding all you see.
It's getting hard to be someone,
But it all works out;
It doesn't matter much to me.
Let me take you down,
'cause I'm going to Strawberry Fields.
Nothing is real,
And nothing to get hung about.
Strawberry Fields forever.
No one I think is in my tree,
I mean, it must be high or low.
That is, you can't, you know, tune in,
But it's all right.
That is, I think it's not too bad.
Strawberry Fields Forever
Let me take you down,
'cause I'm going to Strawberry Fields.
Nothing is real,
And nothing to get hung about.
Strawberry Fields forever.
Living is easy with eyes closed,
Misunderstanding all you see.
It's getting hard to be someone,
But it all works out;
It doesn't matter much to me.
Let me take you down,
'cause I'm going to Strawberry Fields.
Nothing is real,
And nothing to get hung about.
Strawberry Fields forever.
Always know, sometimes think it's me.
But you know, I know when it's a dream.
I think a "No," I mean a "Yes,"
But it's all wrong.
That is, I think I disagree.
Let me take you down,
'cause I'm going to Strawberry Fields.
Nothing is real,
And nothing to get hung about.
Strawberry Fields forever. Strawberry Fields forever,
Strawberry Fields forever, Strawberry Fields forever.
Strawberry Field era um terreno em Liverpool onde se localizava uma hospedaria (abrigo) do Exército de Salvação, um grupo religioso com ramificações no mundo inteiro. Por ser um local cercado, amplo e com um grande jardim, lá durante o verão europeu eram realizados quermeses. Em uma rua paralela, Menlove Avenue, moravam John Lennon, sua tia Mimi e seu tio George. John costumava brincar no local durante a sua infância.
Durante o tempo em que se encontrava em Almeria, Espanha participando das filmagem de How I Won The War do diretor Richard Lester, ele compôs uma música autobiográfica em que recordava o tempo de infância e deu o nome a ela de "Strawberry Fields Forever". A letra não é explícita, mas bastante onírica, e brincando com as palavras, bem ao estilo de compor de John Lennon.

O início da gravação desta música, no dia 24 de novembro de 1966, abre as sessões do projeto que veio a tornar-se o álbum Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band. Neste dia, John aparece nos estúdios de Abbey Road com uma fita demo que gravara em sua residência em Kenwood e a apresentou ao grupo.
As gravações prosseguiram nos dias 28 e 29 de novembro , e nos dias 8 e 9 de dezembro de 1966. No dia 15 de dezembro de 1966 foram acrescentados acordes produzidos por três violoncelos e quatro trompetes com arranjos de George Martin.

domingo, 28 de agosto de 2011

Criação das músicas #5

                                                               Yesterday


Yesterday
All my troubles seemed so far away
Now it looks as though they're here to stay
Oh, I believe in yesterday
Suddenly
I'm not half the man I used to be
There's a shadow hanging over me
Oh, yesterday came suddenly
Why she had to go I don't know
She wouldn't say
I said something wrong now I long
For yesterday
Yesterday
Love was such an easy game to play
Now I need a place to hide away
Oh, I believe in yesterday
Why she had to go I don't know
She wouldn't say
I said something wrong now I long
For yesterday
Yesterday
Love was such an easy game to play
Now I need a place to hide away
Oh, I believe in yesterday
Embora a composição seja creditada a Lennon/McCartney, foi composta unicamente por Paul McCartney, segundo ele após ter tido um sonho.
Numa manhã de maio de 1965, Paul acordou com uma melodia na cabeça que tinha todo o frescor de um sonho. Imediatamente ele foi para o piano que havia no seu quarto em Wimpole Street, em Londres, e tocou a música inteirinha, completa, com primeira e segunda parte. Ainda não tinha letra e ele a chamou de Scrambled eggs. Mas Paul ficou encucado, achando que já tinha ouvido aquela melodia em algum lugar. Então passou vários dias mostrando para os amigos e perguntando se eles já não a conheciam. Não, ninguém nunca tinha escutado aquilo antes.
Paul McCartney fez a letra definitiva para a canção que ganhou o título de Yesterday, enquanto se dirigia para o Algarve, em Portugal.
A canção, é uma balada acústica que fala sobre um amor perdido. Foi a primeira canção gravada pelos Beatles que só trazia a participação de um só integrante do grupo, Paul McCartney, cantando e tocando violão, acompanhado por um quarteto de cordas.
Por não ter muito em comum com outras músicas dos Beatles lançadas na época, os demais integrantes da banda achavam que seria melhor não lançá-la.
Segundo o Guinness Book, "Yesterday" é a canção mais regravada da história, tendo sido regravada por outros cantores mais de três mil vezes. Entre os artistas que a regravaram estão Frank Sinatra, Ray Charles, Elvis Presley , Plácido Domingo e Simone de Oliveira.
Em 1971, após a separação dos Beatles, John Lennon magoado com Paul lançou a canção "How do you sleep?" onde cantava "The only thing you done was yesterday" ("a única coisa que você fez foi yesterday"). Nessa canção John pretendia, não somente dizer que a única coisa que Paul havia feito era a canção Yesterday, mas também referia-se aos Beatles, que em 1971 já faziam parte do passado, ou seja, ontem.

domingo, 21 de agosto de 2011

Criação das músicas #4

                                               The Fool On The Hill  

Day after day alone on the hill

The man with the foolish grin is keeping perfectly still
But nobody wants to know him
They can see that he's just a fool
And he never gives an answer
But the fool on the hill
Sees the sun going down
And the eyes in his head
See the world spinning around
Well on his way his head in a cloud
The man of a thousand voices talking perfectly loud
But nobody ever hears him
Or the sound he appears to make
And he never seems to notice
But the fool on the hill
Sees the sun going down
And the eyes in his head
See the world spinning around
And nobody seems to like him
They can tell what he wants to do
And he never shows his feelings
But the fool on the hill
Sees the sun going down
And the eyes in his head
See the world spinning around
Round and round and round
He never listens to them
He knows that they're the fools
The don't like him
But the fool on the hill
Sees the sun going down
And the eyes in his head
See the world spinning around



A canção foi composta no piano na casa de pai de McCartney em Liverpool, "batendo um acorde D 6".
Acredita-se que a letra da canção faz referência a uma experiência vivida por Paul ao fazer um passeio em Londres (mais especificamente em Primrose Hill) quando estava amanhecendo, acompanhado de sua cachorra Martha (da canção Martha My Dear). De repente, apareceu um senhor de meia-idade, muito bem vestido com uma capa de chuva com cinto, como que surgido do nada. Ele então comentou qualquer coisa com Paul a respeito da paisagem do local e despediu-se. Quando Paul olhou novamente, ele havia desaparecido como num passe de mágica, da mesma forma misteriosa com que havia surgido. Naquela manhã, Paul teria comentado diversas vezes sobre o incidente. 
"The Fool On The Hill era minha canção e eu acho que eu estava escrevendo sobre alguém como Maharishi. Seus detratores o chamaram de tolo. Por causa de sua risada, ele não era levado muito a sério. Foi essa idéia de um tolo na colina, um guru em uma caverna, que me atraiu." Paul McCartney,  Many Years From Now, Barry Miles.

domingo, 7 de agosto de 2011

Criação das músicas #3

                                                     Blackbird



Blackbird singing in the dead of the night
Take these broken wings and learn to fly
All your life
You were only waiting for this moment to arise.
Blackbird singing in the dead of the night
Take these sunken eyes and learn to see
All your life
You were only waiting for this moment to be free.
Blackbird fly, Blackbird fly
Into the light of the dark black night.
Blackbird fly, Blackbird fly
Into the light of the dark black night.
Blackbird singing in the dead of the night
Take these broken wings and learn to fly
All your life
You were only waiting for this moment to arise
You were only waiting for this moment to arise
You were only waiting for this moment to arise
Paul leu uma notícia no jornal que relatava os conflitos raciais nos Estados Unidos, e o sofrimento de mulheres negras para ingressar na sociedade. A música é uma espécie de apoio e o melro-preto simboliza a mulher negra. Quando ele diz: "Pássaro preto, pegue essas asas quebradas e comece a voar" é como se fosse um conselho, do tipo: levante! Tome uma atitude! "Por toda sua vida você só esperou esse momento pra ser livre."

McCartney revelou que o acompanhamento do violão foi inspirado em "Bourée em mi menor" de Bach. A música de Bach era originalmente para violão clássico, instrumento que Paul e George Harrison tentaram aprender na juventude, portanto é caracterizada pela melodia em notas graves de baixo tocadas simultaneamente com cordas agudas e graves. McCartney decidiu alterar algumas notas de Bach, criando a base para Blackbird. A letra é uma metáfora sobre os conflitos raciais e direitos civis na América, principalmente da situação das mulheres negras.




segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Criação das músicas #2

Foi mal aí mais ontem eu estava passando mal e não pude postar a criação das músicas. Então irei colocar hoje:
                                                
                                                      Dear Prudence



Dear Prudence, won't you come out to play
Dear Prudence, greet the brand new day
The sun is up, the sky is blue
It's beautiful and so are you
Dear Prudence won't you come out and play?
Dear Prudence, open up your eyes
Dear Prudence, see the sunny skies
The wind is low, the birds will sing
That you are part of everything
Dear Prudence won't you open up your eyes?
Look around round (Round, round, round...)
Look around round (Round, round, round...)
Look around
Dear Prudence, let me see you smile
Dear Prudence, like a little child
The clouds will be a daisy chain
So let me see you smile again
Dear Prudence won't you let me see you smile?

    John Lennon escreveu esta música em Rishikesh, na Índia, durante a viagem que os Beatles fizeram para realizar um curso de meditação transcendental com o Maharishi Mahesh Yogi, de fevereiro a abril de 1968. Além deles, várias outras personalidades artísticas estavam presentes, como MIke Love dos Beach Boys e entre eles a atriz Mia Farrow, que levara a sua irmã Prudence Farrow junto.

Prudence não participava das atividades com as outras pessoas do grupo; só queria ficar em sua cabana treinando meditação. Apesar das insistências, nada fazia com que ela saísse de seu enclausuramento. John, preocupado, tentou de qualquer maneira, alegrar Prudence cantando canções dos Beatles e fazendo suas palhaçadas. Resolveu então, fazer esta música para que ela abandonasse a sua solidão e viesse participar das outras atividades do campo ("to come out to play").
Um amigo de John e da banda, Donovan, ensinou a técnica do dedilhado no violão (que John usaria muitas vezes depois) e no final da mesma noite em que ele fez a letra, a base da melodia já estava pronta.

domingo, 24 de julho de 2011

Criação das músicas #1

Agora todo Domingo nós vamos postar aqui uma música dos Beatles e como eles se inspiraram para escrever ela.


1ª música a estrear aqui:
                                                          Hey Jude



Hey, Jude, don't make it bad
Take a sad song and make it better
Remember, to let her into your heart
Then you can start, to make it better
Hey, Jude, don't be afraid
You were made to go out and get her
The minute you let her under your skin
Then you begin to make it better
And anytime you feel the pain
Hey, Jude, refrain
Don't carry the world upon your shoulders
For well you know that it's a fool
Who plays it cool
By making his world a little colder
Na na na na na na na na
Hey, Jude, don't let me down
You have found her now go and get her
Remember (Hey Jude) to let her into your heart
Then you can start to make it better
So let it out and let it in
Hey, Jude, begin
You're waiting for someone to perform with
And don't you know that is just you?
Hey, Jude, you'll do
The movement you need is on your shoulder
Na na na na na na na na
Hey, Jude, don't make it bad
Take a sad song and make it better
Remember to let her under your skin
Then you'll begin to make it better (better, better, better,better, better, oh!)
Na, na na na na na, na na na, Hey Jude
Na, na na na na na, na na na, Hey Jude
A canção foi escrita em junho de 1968, quando Paul McCartney foi visitar Cynthia Lennon e seu filho Julian, logo após o divórcio dos pais, para dar apoio a mãe e ao filho. Segundo Paul no “The Beatles Anthology”: "Eu achei que como amigo da família eu poderia ir a casa deles dizer que tudo ficaria bem, tentar animá-los e ver como estavam. Eu dirigi cerca de uma hora. Eu costumava desligar o radio nessas viagens e cantarolar, vendo se conseguia compor canções. Então comecei a cantar - 'Hey Jules - don't make it bad, take a sad song, and make it better...' – como uma mensagem de esperança para Julian. Tipo, ‘qual é cara, seus pais estão se divorciando, sei que não esta feliz, mas você ficará bem.’ Depois eu mudei o nome de Jules para Jud, que era um personagem em Oklahoma! E eu gostei do nome.”


Paul gravou um demo no piano após seu retorno. Em 26 de julho, Lennon e Yoko estavam hospedados em sua casa, e Paul tocou para eles pela primeira vez. Paul fala sobre no livro “Many Years From Now” de Barry Miles: “Eu terminei tudo na minha casa em Cavendish e eu estava na sala de música no andar de cima quando John e Yoko vieram. Eles estavam de pé atrás de mim enquanto eu tocava para eles a canção. E quando chegou na frase: ‘The movement you need is on your shoulder,’ Eu olhei para ele e disse, ‘eu vou mudar essa linha, está meio fraco.’ E John disse, ‘Você não pode e sabe disso...é a melhor frase da canção.’ Essa foi a colaboração. Quando alguém fala firmemente para você manter algo que iria jogar fora. E toda vez que canto essa linha penso em John.”


A letra pode ter várias interpretações. Ela começa dizendo para Jude ou Julian não ficar pra baixo e pegar uma canção triste e torná-la melhor. Lembrando-se de deixá-la entrar no coração para se sentir melhor.
No segundo trecho, ele diz para Jude não ficar com medo, já que ele foi feito para sair e ficar com ela. (Foi esse trecho que confundiu os pensamentos de Lennon sobre a canção).

No refrão ele diz que a qualquer hora que sentir dor, contenha-se e não carregue o mundo nas costas e que não ache legal o fato do mundo se tornar mais frio.
A letra termina na frase em que Lennon cooperou pedindo para McCartney manter: “Hey, Jude, you'll do, the movement you need, is on your shoulder,” ou “Ei Jude, você fará, o movimento que você precisa está nos seus ombros.”
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